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Delicada, eu?

Atrasada para o Encontro Paulista de Museus, cheguei na estação Portuguesa-Tietê. Não fui abençoada com um senso de direção primoroso, ao que fui andando meio perdida e tentando encontrar alguma placa.

Avistei um grupo de três seguranças, me aproximei meio sem jeito, como sempre ao abordar alguém que esteja em um grupo, diringindo-me ao mais velho deles, que olhava em minha direção:

“Bom dia” – falei como sempre falo acho, mas saiu como quem diz “licença, desculpe incomodar”.

“Bom dia, simpatia! Nossa, que delicada que você é! Continue sempre assim, você falou de um jeito tão delicado…”

Fiquei envergonhada, sem saber se devia agradecer ou não e lembrei rapidamente que muita gente não me acha delicada. Fui com a saída mais fácil, esbocei um sorriso, e perguntei qual era a saída da Rua Voluntários. Ele gentilmente me indicou. Agradeci e desejei novamente um bom dia.

Ah, se todos os dias começassem com pequenas e agradáveis surpresas espontâneas assim…

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3 comentários sobre “Delicada, eu?

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